Construí amigos, enfrentei derrotas, venci obstáculos, bati na porta da vida e disse-lhe: Não tenho medo de vivê-la. A. Cury

BOAS VINDAS!!!

Este blog é para aqueles que se interessam, como eu, pela Contabilidade e por seu desenvolvimento prático-teórico.

"Se um dia fecharem-lhe as portas da vida, pule a janela." (Augusto Cury)
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ser profissional, dona de casa e mãe é próprio do universo feminino, mas pode causar repercussões físicas e emocionais:

Por Renata Castro Bardelli

Conciliar trabalho, filhos, casa e marido é uma tarefa cansativa para a maioria das mulheres. No dia a dia, boa parte delas ainda têm de enfrentar males. De acordo com a ginecologista e obstetra Telma Zakka, associada da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), entre os distúrbios que interferem em atividades diárias, está a cólica menstrual, que incide em torno de 40% a 90% das mulheres e, em 17% dos casos, provoca dores incapacitantes. Além dela, os problemas de saúde mais incidentes nas mulheres, e que geralmente alteram sua capacidade produtiva, aumentando o índice de absentismo (ausência no trabalho), são: fibromialgia, enxaqueca, disfunção temporomandibular (que provoca dores de cabeça e ouvido), artrite reumatoide, osteoartrose, lombalgia, tendinite, síndrome do intestino irritável e dor pélvica crônica.

Para a prevenção dessas afecções dolorosas, é preciso manter correta a postura corporal, assim como ter dieta balanceada, dormir o suficiente para o descanso físico e mental e fazer exercícios físicos apropriados.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A EVOLUÇÃO DO TRABALHO DA MULHER

Tudo se iniciou com a I e II Guerras Mundiais em que as mulheres tiveram que assumir a posição dos homens no mercado de trabalho. Com a consolidação do sistema capitalista no século XIX, algumas leis passaram a beneficiar as mulheres. Mesmo com estas conquistas, algumas explorações continuaram a existir. Com um acrescimento dos trabalhadoras entre 1976 e 2002, as mulheres vêm desempenhando um papel muito mais relevante do que os homens no crescimento da população economicamente activa. Elas estão se especializando, através de estudos e qualificação profissional, promovendo assim, um melhor planeamento familiar e conquistando maior respeito e admiração, pois estão cada vez mais conquistando uma posição actuante, dentro e fora de casa.

Consideradas ainda, peças fundamentais na administração do lar, as mulheres acumulam funções, tornando-se essenciais tanto no âmbito familiar como para o mercado de trabalho. Mas, mesmo com as evoluções e conquistas da mulher no mercado de trabalho, ela ainda não está numa condição de vantagem em relação aos homens, pois continua existindo muito preconceito e discriminação, principalmente em relação à desigualdade salarial entre homens e mulheres.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

HISTÓRICO DA CONQUISTA DA MULHER

A conquista da mulher por um espaço no mercado de trabalho, começou no início do século XIX, quando a sociedade acreditava que o homem era o único provedor das necessidades da família, tendo a mulher a função de cuidar do lar e educadora dos filhos. As mulheres quando ficavam viúvas ou pertenciam a uma classe mais pobre tinham que sustentar seus filhos com actividades que lhes dessem um retorno financeiro. Dentre as principais actividades realizadas, destacam-se: a fabricação de doces por encomendas, o arranjo de flores, os bordados e as aulas de piano. Além de serem pouco valorizadas essas actividades eram mal vistas pela sociedade, o que dificultava a conquista das mulheres por um espaço no mercado de trabalho. Mesmo assim, algumas conseguiram transpor as barreiras do papel de ser apenas esposa, mãe e dona do lar.

A conquista da mulher por um espaço no mercado de trabalho começou de facto com a I e II Guerras Mundiais (1914-1918 e 1939-1945, respectivamente), quando os homens foram para as frentes de batalha e as mulheres passaram a assumir os negócios da família e a posição dos homens no mercado de trabalho. Mas a guerra acabou, e com ela a vida de muitos homens que lutaram pelo país. Alguns dos que sobreviveram ao conflito foram mutilados e impossibilitados de voltar ao trabalho. Foi nesse momento que as mulheres sentiram-se na obrigação de deixar a casa e os filhos para levar adiante os projectos e o trabalho que eram realizados pelos seus maridos.

1867 - Primeiro Código Civil. Os direitos das mulheres tiveram progressos, nomeadamente no que diz respeito à situação de esposas e de mães e à administração de bens.

1889 - Primeira mulher médica: Elisa Augusta da Conceição de Andrade - Faculdade de Medicina de Lisboa.

1890 - É autorizado o acesso das raparigas aos liceus públicos.

1918 - Um decreto lei autoriza às mulheres o exercício da profissão de advogada.

1931 - O direito de voto é concedido às mulheres com um grau universitário ou com o secundário concluído. Os homens podiam votar desde que soubessem ler e escrever.

1935 - Pela primeira vez três mulheres têm assento na Assembleia Nacional.

1970 - Criação do "Grupo de Trabalho sobre a Participação das Mulheres na Vida Económica e Social", sob a presidência de Maria de Lourdes Pintassilgo.

1971 - Primeira mulher no governo: Maria Teresa Lobo, Sub-secretária de Estado da Segurança Social.

1974 - As mulheres podem aceder pela primeira vez à magistratura, ao serviço diplomático e a certas posições na administração local, que lhes estavam interditas. São abolidas todas as restrições ao direito ao voto Primeira mulher ministra: Maria da Lourdes Pintasilgo, Ministra dos Assuntos Sociais.

1979 - Primeira mulher nomeada Primeira Ministra: Maria de Lourdes Pintasilgo.

1980 - Primeira mulher nomeada Governadora Civil: Mariana Calhau Perdigão (Évora)Portugal ratifica a "Convenção das Nações Unidas sobre a Eliminação da Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres.

1981 - Nova lei sobre a nacionalidade. Prevê um tratamento igual para os dois sexos.

1983 - A prostituição deixa de ser punida, mas os que a encoragem, facilitem ou explorem são punidos. O tráfico internacional da prostituição é também punido.

1997 - É desenvolvido um "Plano Global para a Igualdade de Oportunidades Mulheres/Homens". São alargados os prazos em que o aborto, dentro de certas condições, é legal.